segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

"A ARTE REVOLUCIONÁRIA DE AMAR"


O TROMBONE TOCA!!!

Caro leitor tromboneiro,afinal o amor seria uma ideologia? qual é a visão marxista sobre o amor?
é justamente essa a discussão na comunidade "Karl Marx-Brasil" enfim participando da discussão eu e diversos companheiros que lá participam estamos debatendo sobre a arte revolucinária de amar,um post que eu achei interessante foi o do companheiro Jefersson do PCB,que sisntetizou justamente o que penso sobre as relações amorosas que os revolucionários devem travar:
vejam o que ele escreveu no qual eu tenho total acordo:

"Falar de amor todos falam, mas saber amar, saber encontrar e entender o amor, parece algo cada vez mais distante de nosso mundo.
“Eu te amo”, logo após o primeiro beijo naquela pessoa a quem no máximo se dedicava um ou outro olhar, puro instinto da atração física. Esse é o amor de hoje, o fast love.
A sedução, não vejo mais. O carinho, o olhar terno, o beijo apaixonado e sincero, a carícia involuntária, o olhar distante, levando a mente ao olhar iluminado dela... ... isso não mais nos pertence, não mais nos é próprio, não mais nos causa orgulho.
E a vergonha de falar de amor, a necessidade do consumo rápido e volumoso, em quantidades crescentes e infinitas, num verdadeiro jogo, numa disputa, por demonstrar a superior capacidade de consumo, também nesse mercado, nos retira o que de mais caro existe na condição humana.
Estamos perdendo a capacidade poética de amar.
E o mercado do amor rápido e descartável é exigente. No jogo da oferta e demanda, a solidão derruba seu valor de mercado, pela valorização do produto, vale até o amor promocional, dado em quantia inferior, por curtíssimo período, apenas para garantir preço futuro.
Amar tornou-se um ato dos revolucionários, dos que não se conformam com a crueldade da realidade, que buscam nos sonhos a inspiração para a transformação daquilo que os cerca. Amar, o amor verdadeiro, tornou-se um grito de protesto e inconformismo, contra a realidade da superficialidade de uma falsa representação da alma humana.
Um ato não, uma arte, em toda a sua sutileza singela, em toda a sua magnífica beleza. A arte revolucionária de amar!"


Como podemos observar o Amor verdadeiro além de dificil é tâmbem extremamente complexo.

Tales M Carvalho

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